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praça gerson salesPraça Gerson Sales, a mais bela referência do bairro

Por Maria Carla Rodrigues

Por ser um dos mais antigos da cidade, o bairro Alto Maron tem muitos moradores que se conhecem há muito tempo e nele ainda existe o hábito de se sentar à porta de casa para bater papo. Como faz Manoel Pinheiro, 77 anos, aposentado, morador há 69.

Na frente da casa de Neca (pai de Djaminha, ex zagueiro do Serrano), como é carinhosamente chamado pelos vizinhos, tem um banco de madeira onde ele passa grande parte do tempo. “Eu gosto do bairro por ser um lugar agradável, a vizinhança é muito boa.

Eu sou de Lucaia, mas fui criado aqui. Conheci este bairro quando era só mato, tinham poucas casas e o Sobrado de Nestor. Da rua Bruno Bacelar até a Monte Castelo, era o matadouro de gado. Hoje está tudo ‘tomado’ de casas. O que eu queria era que a feira fosse melhor, igual a da Patagônia, bairro Brasil. E que tivesse um transporte coletivo de qualidade”, disse Seu Neca.

O Alto Maron está localizado no lado leste da cidade de Vitória da Conquista e faz “divisa” com o Centro, Petrópolis, Panorama, Flamengo e Recreio. O bairro dispõe de uma feira livre, vários supermercados e minimercados, padarias, farmácias, lojas de materiais para construção, granjas, casas lotéricas dentre outros serviços dos mais variados segmentos. Um dos que mais cresce no bairro é o gastronômico. Restaurantes, bares e pizzarias atraem pessoas de outras localidades favorecendo economicamente e dando visibilidade ao local.

Zilda Ribeiro, 75 anos, aposentada, vem observando tudo isso há 40 anos. Ela gosta do bairro porque é perto de tudo e porque considera a vizinhança muito amiga. O que a deixa aborrecida é um campo de futebol que tem em frente a sua residência. “Me deixa muito revoltada, porque é uma poeira insuportável, nada fica limpo. A gente limpa a casa, demora um pouco e já está tudo sujo, sem falar em problemas de saúde que essa poeira provoca na gente. Se o campo fosse gramado eu não dizia nada, mas desse jeito não dá. Os políticos já vieram aqui em tempo de eleição pedir voto, prometem que vão colocar grama e até hoje nada. O problema aqui é só o poeirão desse campo, fora isso, eu não tenho do que reclamar”, disse.

No bairro se encontra a Praça Gerson Sales, “point da juventude”, onde as pessoas se reúnem para tomar um chopp, bater papo com os amigos, saborear a gastronomia dos restaurantes, bares e trailers espalhados pela praça e também pelas adjacências, onde se encontram pizzarias tradicionais e restaurantes com comidas típicas da roça e mexicana.

Milena Evangelista, 18, estudante, nasceu no bairro. “Eu acho muito sossegado, as pessoas são muito simpáticas. Mantenho até hoje minhas amizades da infância, acho isso muito importante. A convivência é muito boa. O que eu sinto falta é de área de lazer, uma praça com brinquedos, aparelhos de ginástica, pista para as pessoas fazerem caminhada, passear com cachorro. O bom daqui são também os bares e restaurantes. É muito divertido, tem muita gente bonita”, disse.

O bairro tem uma mistura do tradicional com o moderno sem perder a sua principal característica, a simplicidade de quem não abandona as raízes.

FONTE: OFICINA DE NOTÍCIAS

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