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ibopeJorge Picciani chama Carlos Augusto Montenegro de bandido. Ex-presidente do Ibope revida: "ele é burro" 

Presidente do PMDB do Rio afirma que instituto favorece Crivella desde 2010. Montenegro, o acusado, diz que o deputado foi “burro” e não sabe perder

Por Thiago Prado

Presidente do PMDB do Rio de Janeiro, o deputado estadual Jorge Picciani decidiu atacar publicamente o ex-presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro.

Desde a eleição de 2010, quando perdeu a disputa pelo Senado para Marcelo Crivella (PRB) e Lindbergh Farias (PT), o peemedebista reclama nos bastidores que foi prejudicado por pesquisas do instituto: segundo Picciani, as sondagens o colocavam com menos intenções de votos do que de fato obteve. Desta vez, ele aponta má fé em relação a Pedro Paulo Carvalho, o candidato escolhido pelo prefeito Eduardo Paes para sucedê-lo que naufragou nas urnas.

A VEJA, Picciani disparou: “O Ibope é comandado por um bandido. Um dia antes da votação no primeiro turno, Montenegro embolou na pesquisa os candidatos de centro, disparou o Crivella e atrapalhou o crescimento do Pedro Paulo”. De acordo com Picciani, Montenegro e Crivella são próximos desde 2010 e conversam o tempo todo. “Até em jantares de arrecadação para o bispo Crivella Montenegro foi”, diz.

Atualmente, Montenegro não tem funções executivas no Ibope, mas ainda é membro do conselho de acionistas. Na última pesquisa do primeiro turno, o instituto de fato errou feio em relação a Crivella. Estimou em 38% os votos válidos no senador, quando o número acabou em 27,7%. O Ibope calculou ainda que Marcelo Freixo teria 14%, Pedro Paulo Carvalho, 11%, e Indio da Costa e Flavio Bolsonaro, 10% cada um. Nas urnas, Freixo alcançou 18,2%, Pedro Paulo 16%, Flavio Bolsonaro 14% e Indio da Costa 8,9%.

Procurado por VEJA, Montenegro rebateu as acusações: “Picciani não sabe conviver com a derrota. Ele não pode falar assim de uma empresa com mais de 70 anos de existência e que acertou a colocação de todos os candidatos da eleição do Rio”. Montenegro nega que esteja atuando a favor de qualquer candidato nestas eleições. Afirma ainda que, ao longo da campanha para a prefeitura, recebeu em sua casa, além de Crivella, Freixo, Indio, Paes e Carlos Roberto Osório, do PSDB.

Sobre a campanha de 2010, em que Picciani também o acusa de manipulação, Montenegro sobe o tom: “Picciani foi burro. Sérgio Cabral e Lula já haviam dito que o certo na ocasião seria explorar a união entre os governos estadual e federal. Ele discordou e achou que o adversário era o Lindbergh. Acabou perdendo”.

FONTE: VEJA

1 A iretina 3

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