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dilma rousseff 01A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) (Evaristo Sá/AFP)

A petista deve desembarcar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, pela manhã; Lula vai depor às 14 horas na Justiça Federal de Curitiba

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) vai até Curitiba, capital do Paraná, para acompanhar o depoimento de seu padrinho político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para o juiz federal, Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância, na ação penal em que ele é réu por corrupção e lavagem de dinheiro no caso tríplex no Guarujá, litoral de São Paulo.

A petista deve desembarcar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, pela manhã. Ela solicitou desembarque prioritário para Infraero.

Nesta segunda-feira, juíza Diele Denardin Zydek, da 5ª Vara Pública da Fazenda do Paraná, atendeu a um pedido da Prefeitura de Curitiba e decidiu proibir acampamentos na cidade e restringir o acesso às imediações da Justiça Federal.

Sindicatos, militantes e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) estão organizando caravanas para acompanhar o ex-presidente em seu primeiro depoimento ao juiz Moro.

Adiamento do depoimento

Na tarde desta segunda, a defesa de Lula pediu por meio de habeas corpus a imediata suspensão do processo criminal em que ele é réu por corrupção e lavagem de dinheiro no caso tríplex – imóvel no Guarujá, litoral de São Paulo, que o Ministério Público Federal diz pertencer a Lula, o que sempre foi negado por ele.

A defesa alega ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, que não dispõe de tempo suficiente para analisar o conteúdo de uma “supermídia” com 5,42 gigabytes com documentos que a Petrobras anexou aos autos – estima-se que o arquivo tenha 100.000 páginas.

A defesa quer que “seja concedido prazo razoável para a análise dos documentos, além da apresentação da íntegra da relação antes requerida e deferida pelo Juízo, com a eventual renovação dos atos processuais subsequentes que tenham sido prejudicados pela decisão ilegal”.

O TRF-4 ainda não divulgou decisão sobre o habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente.

FONTE: VEJA

 

 

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